Depois do "Presidencial Aníbal", ter mais uma vez mostrado a sua vontade expressa ao governo de seguir com o seu caminho de austeridade, hoje foi a vez do ainda Primeiro Ministro, escrever uma carta armadilhada ao Partido Socialista pedindo talvez consenso, dasmedidas que tenciona aprovar já nesta terça-feira.
Benfica perde na Turquia e fica a depender de "reviravolta" na Luz O Fenerbahçe marcou frente ao Benfica (1-0) e venceu o jogo da primeira mão da meia final da Liga Europa, perante a passividade do benfica que claramente jogou para o empate, no campo do adeverssario, esta quinta-feira à noite, em Istambul.
Na verdade, trata-se de um dos períodos mais escabrosos da nossa história, e pior resolvidos em termos políticos, por alguma esquerda conveniente da altura e também por uma direita arrogante.
Estudo prevê colisões catastróficas de lixo espacial com satélites
Colisões catastróficas em cada período de cinco a nove anos poderão ocorrer entre lixo espacial e satélites que orbitam a Terra a 700 km a 1000 km de altitude, revela um estudo das principais agências espaciais.Ler mais.... 29.000 detritos espaciais com mais de 10cm
Desde 1957, mais de 4900 lançamentos de foguetões e naves
para o espaço deixaram na órbita da Terra mais de 29 mil detritos com dimensões
superiores a 10 cm, sendo 23 mil monitorizados regularmente.
Mas a situação é mais complexa, porque há 670 mil detritos com mais de 1 cm e
mais de 170 milhões com mais de 1 milímetro. Segundo aESA, alguns destes
detritos viajam a velocidades superiores a 56.000 km por hora.
Lixo espacial é qualquer objeto lançado no espaço orbital da Terra que não
tenha mais utilidade, tais como satélites desativados, fragmentos de satélite
ou de foguetes, e até mesmo instrumentos e ferramentas perdidos por astronautas
durante missões espaciais.
Parece que nenhuma das agências espaciais está interessada, ou não conseguiu
produzir um equipamento tecnológico capaz de recolher o lixo espacial. A única
solução aceitável até o momento é direcionar os satélites para as chamadas
órbitas-cemitério, o que seria basicamente programar um satélite para seguir
uma rota orbital distante da Terra, assim que seu tempo útil se esgotasse.
Segundo a NASA, desde 1957, com o lançamento do Sputnik, pela União Soviética,
cerca de 4.000 satélites foram lançados na órbita do nosso planeta, muitos
deles atualmente desativados. Esses objetos ficam “viajando” pelo espaço a uma
velocidade de até 36.000 km/h, e aproximadamente 200 deles caem na Terra todo o
ano.