Fica em São Pedro da Cova (Gondomar) e pertence ao Estado.
É uma história assustadora e surpreendente: os resíduos do maior aterro clandestino do país são perigosos e pertencem ao estado português. A história começa com a privatização da Siderurgia Nacional, na Maia, em finais de 1995 e prolonga-se até aos dias de hoje.
O esquema foi montado por uma empresa pública e um consórcio privado - que entretanto desapareceu - não só penalizou os interesses do estado como pode indiciar fraude fiscal, lavagem de dinheiro e corrupção de políticos eleitos e gestores públicos e privados. É por isso que o caso está ser investigado pelas autoridades. Uma reportagem de Rui Aráujo, Rui Pereira e Carlos Lopes

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