Versão diferente tem a chefe de gabinete do ministro, revelando que foi no encontro com Luís Amado decorreu no gabinete do MNE, em Lisboa, que ficou acertado entre ambos que a saída da UNESCO teria lugar no movimento diplomático de Outono.
Nessa altura estaria em causa o facto de Carrilho não ter cumprido, em Setembro de 2009, as instruções de Luís Amado de votar no embaixador egípcio Farouk Hosny para cargo de director-geral da UNESCO.
A chefe de Gabinete de Luís Amado garante que o ex-embaixador da UNESCO soube na saída num encontro com o Ministro dos Negócios Estrangeiros realizado há cerca de seis meses.Carrilho nega e repete que foi informado pela agência Lusa
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