Em cima da mesa está o dia 24 de Novembro, uma data que, ao PÚBLICO apurou, foi consensualizada entre as várias facções políticas, para evitar coincidir com a cimeira da Nato em Lisboa e antes da aprovação do OE na Assembleia da República.Na proposta que está ainda a ser discutida, a CGTP convida as outras organizações sindicais a participar na paralisação e mostra abertura para negociar com o governo algumas das medidas entretanto propostas.
Nota: Mais uma greve geral para justificar o sindicalismo pago pelo próprio estado, a demonstração do descontentamento, pode ser feita e deve, sem prejuízo da classe trabalhadora, já de si tão maltratada pelos sucessivos governos e sindicatos, já chega de serem os mesmos a pagar, as crises políticas ou sindicais deste país.

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