O magistrado Carlos Eduardo Iglesias Diniz, num ofício endereçado ao Banco Central do Brasil, determinou que a Divisão de Homicídios do Rio de Janeiro, que investiga a morte da portuguesa, de 74 anos, seja informada de todas as movimentações financeiras efectuadas por Rosalina Ribeiro desde 2000, ano em que o milionário português faleceu.
Após a morte de Tomé Feteira, Rosalina terá movimentado grande parte desse dinheiro. Olímpia Feteira, filha de Tomé, diz que Rosalina fez uma transferência em 2001, de uma conta na Suíça, no valor superior a cinco milhões de euros. Esse montante, segundo Olímpia, terá ido parar à conta do advogado de Rosalina, o ex-deputado do PSD Duarte Lima.
Nova carta com perguntas da polícia brasileira para Duarte Lima

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