Especialmente dos países periféricos europeus, a braços com uma grave crise de liquidez, que precisam urgentemente de quem os financie, comprando as suas emissões de dívida pública.
É aqui que se cruzam as necessidades de financiamento portuguesas, com a disponibilidade já publicamente demonstrada pelos chineses de investirem em títulos de dívida europeia, concretamente portuguesa. Neste momento, é bem provável que os chineses estejam já a investir em força em obrigações nacionais, com os analistas a diagnosticarem a fuga de muitos bancos estrangeiros dos títulos portugueses, a braços com a aplicação especulativa de fundos de investimento, fundos de pensões e outros veículos de investimento, que fizeram disparar os juros da dívida para os 6,655%
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