sexta-feira

Comunistas querem correcção da enorme trapalhada

O PCP apelou hoje no Parlamento a que todas as entidades que têm responsabilidades na cadeia dos resultados eleitorais encontrem forma de corrigir os erros do mapa oficial, onde se verificaram discrepâncias de menos 113 mil inscritos e menos 60 mil votantes em relação aos resultados provisórios.
Nunca a diferença entre os resultados anunciados no dia das eleições e os do apuramento final foi tão grande: nestas presidenciais desapareceram 60 mil votos.
«É normal haver discrepâncias», admite Nuno Godinho de Matos, porta-voz da Comissão Nacional de Eleições (CNE). O que é inédito é a dimensão dos erros detectados. «Em quase todas as eleições, há erros na ordem dos cinco ou seis mil votos. Desta vez, estamos a falar de menos 100 mil inscritos e de 60 mil votos que não são contabilizados no mapa final».In SOL

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