A contestação que começou na Tunísia e alastrou ao Egito está a contagiar outros países do Médio Oriente. foto Jamal Nasrallah, EPA Na Jordânia, três semanas de manifestações pacíficas, forçaram o rei Abdullah a demitir o Governo e a nomear um novo primeiro-ministro. Na Síria os opositores de Bashar Al Assad estão a utilizar as redes sociais do Twitter e do Facebook para convocar um "dia de raiva” , contra o estado de emergência e a corrupção. Até agora os protestos na Jordânia foram largamente pacíficos e não se verificaram os incidentes que provocaram centenas de mortes na Tunísia e no Egito. Os manifestantes exigem medidas para combater o desemprego e o aumento dos preços e querem o direito de eleger o primeiro-ministro. Acusavam o chefe de Governo agora demitido, Samir Rifai, de ter provocado os problemas económicos do país e pediam o seu afastamento. Ciente do exemplo da Tunísia, onde o presidente foi derrubado, há três semanas, por uma insurreição popular, e do que se está a passar atualmente no Egito, onde Mubarak enfrenta a pressão das ruas e luta para se manter no poder, o rei Abdullah optou por nomear um novo Governo, chefiado por um antigo general. rtp |
quarta-feira
EFEITO DOMINÓ:Contestação alastra à Jordânia e a Síria
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