Além dos objectos recolhidos no quarto de hotel, a procuradora tem em sua posse material que estava no apartamento do cronista em Lisboa
Tony Castro, ex-procurador de justiça no Bronx, diz que é provável que entre o material estejam computadores, fotografias, notas e correspondência.A família de Carlos Castro enviou à procuradora que está encarregue do caso de homicídio novos elementos de prova. Tratam-se de objectos que Carlos Castro tinha na sua casa em Lisboa, que assim se juntam ao material recolhido no quarto do hotel em Nova Iorque. A informação foi dada ao jornal "i" por Cláudio Montez, amigo do cronista social.
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