Namércio Cunha, ex-director-geral da O2 e arrependido no processo ‘Face Oculta’, explicou ontem a Carlos Alexandre, juiz do Tribunal Central de Instrução Criminal, o esquema das prendas natalícias usado pela empresa de sucata para premiar os gestores de empresas públicas com quem mantinham negócios.
Disse depois que, em caso de litígio, as mesmas prendas eram suspensas e explicou que as ofertas aos administradores, como José Penedos ou Armando Vara, eram directamente determinadas por Manuel Godinho.
Namércio Cunha garantiu no entanto que desconhecia a "dimensão" do esquema, explicando ainda que só começou a desconfiar de que as pesagens nos negócios com a REFER e a CP eram manipuladas "após ter recebido queixas de clientes". "Percebi que o sr. Godinho tinha um sistema de compensação", sublinhou Namércio Cunha que acabou por confessar um caso de favorecimento à O2. Tirado daqui.
Disse depois que, em caso de litígio, as mesmas prendas eram suspensas e explicou que as ofertas aos administradores, como José Penedos ou Armando Vara, eram directamente determinadas por Manuel Godinho.
Namércio Cunha garantiu no entanto que desconhecia a "dimensão" do esquema, explicando ainda que só começou a desconfiar de que as pesagens nos negócios com a REFER e a CP eram manipuladas "após ter recebido queixas de clientes". "Percebi que o sr. Godinho tinha um sistema de compensação", sublinhou Namércio Cunha que acabou por confessar um caso de favorecimento à O2. Tirado daqui.

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