SÃO PAULO (Reuters) - A nostalgia percorre cada fotograma de 'Super 8', a nova aventura saída da imaginação do diretor e roteirista J.J. Abrams - o celebrado criador da série 'Lost'.
Ambientada em 1979, numa época em que não existiam ainda os telefones celulares, a história evoca, desde o título, também o passado do próprio cinema, emprestando o nome das câmeras que antigamente eram quase tão populares quanto as agora onipresentes digitais.
Filme de época, ficção científica, suspense com ecos de drama familiar e romance adolescente, alguns momentos de filme de terror - parece muita coisa, e é, para definir o cruzamento de gêneros que aqui se propõe.
Ambientada em 1979, numa época em que não existiam ainda os telefones celulares, a história evoca, desde o título, também o passado do próprio cinema, emprestando o nome das câmeras que antigamente eram quase tão populares quanto as agora onipresentes digitais.
Filme de época, ficção científica, suspense com ecos de drama familiar e romance adolescente, alguns momentos de filme de terror - parece muita coisa, e é, para definir o cruzamento de gêneros que aqui se propõe.
Isto sem contar o largo passeio pelas referências cinematográficas de J. J. Abrams - que vão de 'O Dia em que a Terra Parou' (1951) aos filmes do aqui produtor Steven Spielberg - como 'Contatos Imediatos do Terceiro Grau' (1977) e 'E.T. - O Extraterrestre' (1982) - , fazendo uma rápida escala em 'Conta Comigo' (1986). Mas, na mistura, é que o diretor mostra a que veio.
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