Os cientistas voltam a falar em desastre pior que Chernobyl.
Escreve hoje o jornal i que as famílias de Fukushima vão hoje buscar pertences às suas casas onde, muito provavelmente, nunca mais voltarão
As pessoas que viviam na zona evacuada em torno da central nuclear de Fukushima foram autorizadas a ir hoje às suas casas recolher alguns bens e verificar se está tudo bem com as propriedades.
É a primeira vez que às cerca de 20 mil famílias é permitido voltar pelos seus meios à zona que o governo japonês interditou depois do sismo e tsunami de 11 de Março terem danificado a central nuclear de Fukushima.
Nas visitas anteriores os residentes foram transportados até à zona em autocarros e sob inúmeras restrições.
Vários cientistas defendem que a situação é pior do que a provocada pelo acidente de Chernobyl em 1986. Ambas as catástrofes partilham o nível sete (máximo) na escala de desastres nucleares, no entanto, a física australiana e activista Helen Caldicott garante que em Fukushima os "horrores ainda estão por chegar". De acordo com o "The Independent", outro defensor desta visão mais alarmista é Chris Busby, professor na University of Ulster, que no mês passado gerou uma grande controvérsia quando afirmou, durante uma visita ao Japão, que o acidente ia resultar em mais de um milhão de mortes devido às fugas de material radioactivo. "Fukushima ainda tem a ferver os seus radionuclídeos [átomos com núcleos instáveis, que emitem radiação] para todo o Japão", afirmou. "Chernobyl aconteceu de uma só vez. Por isso Fukushima é pior"
As pessoas que viviam na zona evacuada em torno da central nuclear de Fukushima foram autorizadas a ir hoje às suas casas recolher alguns bens e verificar se está tudo bem com as propriedades.
É a primeira vez que às cerca de 20 mil famílias é permitido voltar pelos seus meios à zona que o governo japonês interditou depois do sismo e tsunami de 11 de Março terem danificado a central nuclear de Fukushima.
Nas visitas anteriores os residentes foram transportados até à zona em autocarros e sob inúmeras restrições.
Vários cientistas defendem que a situação é pior do que a provocada pelo acidente de Chernobyl em 1986. Ambas as catástrofes partilham o nível sete (máximo) na escala de desastres nucleares, no entanto, a física australiana e activista Helen Caldicott garante que em Fukushima os "horrores ainda estão por chegar". De acordo com o "The Independent", outro defensor desta visão mais alarmista é Chris Busby, professor na University of Ulster, que no mês passado gerou uma grande controvérsia quando afirmou, durante uma visita ao Japão, que o acidente ia resultar em mais de um milhão de mortes devido às fugas de material radioactivo. "Fukushima ainda tem a ferver os seus radionuclídeos [átomos com núcleos instáveis, que emitem radiação] para todo o Japão", afirmou. "Chernobyl aconteceu de uma só vez. Por isso Fukushima é pior"
1 comentário:
Que lixo jornalístico. A radiação medida actualmente na cidade de Fukushima é o dobro da registada em Lisboa e mais baixa do que em alguns pontos de Portugal. Não é de forma alguma preocupante:
http://luzligada.blogspot.com/2011/07/radiacao-de-fukushima.html
É verdade que algumas zonas em redor da central podem não ser seguras para voltar a ser habitadas durante alguns anos mas isso não será a norma para a maioria dos japoneses deslocados. E temos de relativizar, este tsunami matou 20.000 pessoas e arrasou vilas inteiras.
Fukushima não matou ninguém com radiação nem o fará.
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