O Governo prepara-se para selar a extinção de 1712 lugares dirigentes e de “cerca de 162 entidades no âmbito da Administração Central”, que darão lugar a “novas 25 através de fusões de entidades existentes”.
Revelou esta quarta-feira o primeiro-ministro, ao abrir o debate quinzenal na Assembleia da República. Diante de uma Oposição “chocada” com o rumo do Executivo de coligação, Pedro Passos Coelho retomou a ideia de que a emissão de obrigações europeias “não é uma resposta” para o terramoto das dívidas soberanas na Zona Euro.
“Chocado”. Foi esta a expressão mais utilizada pelo secretário-geral socialista no confronto parlamentar com o primeiro-ministro. E foi sempre a partir dessa fórmula que António José Seguro condenou a postura do Executivo face à corrente de opinião que vê na emissão de obrigações europeias a resposta mais eficaz para a crise das dívida soberanas, assim como as posições sobre o programa “Novas Oportunidades” e o agravamento do IVA sobre a eletricidade e o gás.
“É chocante ver um primeiro-ministro capitular”
No entender do líder do PS, que conseguiu ganhar três minutos de intervenção sem contraditório, depois de bombardear a bancada do Governo com perguntas, Pedro Passos Coelho vergou-se perante a chanceler alemã, Angela Merkel, ao dar um passo atrás na defesa da criação de eurobonds: “É chocante ver um primeiro-ministro capitular. “Chocado”. Foi esta a expressão mais utilizada pelo secretário-geral socialista no confronto parlamentar com o primeiro-ministro. E foi sempre a partir dessa fórmula que António José Seguro condenou a postura do Executivo face à corrente de opinião que vê na emissão de obrigações europeias a resposta mais eficaz para a crise das dívida soberanas, assim como as posições sobre o programa “Novas Oportunidades” e o agravamento do IVA sobre a eletricidade e o gás.
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