A necessidade de receitas impõe rapidez ao ambicioso plano de privatizações negociado com a ‘troika’, que começa este ano com as empresas do sector energético e deixa para 2012 alienações mais polémicas como a da Águas de Portugal.
Esta é a empresa que mais portugueses gostariam que os Estado mantivesse nas suas mãos (70 por cento são favoráveis à manutenção, segundo uma sondagem da Renascença, Expresso e SIC), mas a TAP e a EDP obtiveram também grande número de respostas contra a privatização (68,2 e 66,5 por cento, respectivamente).
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