quinta-feira

UGT Liquida governo e patrões

 O secretário-geral da UGT, João Proença, afirmou hoje no final de uma reunião em sede de concertação social que não haverá um acordo tripartido no âmbito do Pacto para o emprego e que este "morre aqui".

"O pacto para o emprego morre aqui hoje, porque para haver um pacto tripartido é necessário que seja celebrado, pelo menos, por uma confederação sindical, uma confederação patronal e o Governo", salientou João Proença.
A UGT entende que "não há condições para celebrar um acordo tripartido, na medida em que o Governo violou gravemente um acordo existente, que estava traduzido em lei e que respeitava a actualização das pensões".
Uma outra questão que tem estado em cima da mesa de negociação entre Governo e parceiros sociais é a questão do salário mínimo nacional para o próximo ano (inicialmente previsto para 500 euros, mas que o Governo, agora, admite rever o valor).
João Proença disse que o assunto não foi abordado no encontro de hoje, pelo que continua o cenário de indefinição.

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